O dever é o resumo prático de todas as especulações morais; é uma bravura da alma que afronta as angústias da luta; é austero e flexível; pronto a dobrar-se às diversas complicações, permanece inflexível diante de suas tentações. O homem que cumpre o dever ama a Deus mais que as criaturas, e as criaturas mais que a si mesmo; ele é, ao mesmo tempo, juiz e escravo em sua própria causa.
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O Evangelho Segundo O Espiritismo - Allan Kardec
Capítulo XVII - página 227

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